sábado, 17 de fevereiro de 2018

Rito das palavras - Poema de Carlos Adriano Santos


Sentimento solidão = Poeta Carlos Adriano Santos

Sentimento solidão

Estou indo embora com meus olhos molhados
Levando meus fardos pesados
Minhas histórias
Meus sapatos furados que ficarão na memória
Estou indo embora para não machucar você
Não deixar minha dor te contaminar
Dilacerar o que o amor fez nascer
Estou indo embora com meu grito
Meu coração aflito
Conflito no interior do meu ser
Estou indo embora por covardia talvez
Por falta de alegria
Insegurança que ofuscou a luz do meu dia outra vez
Estou indo embora encontrar meus porquês
Meus sofrimentos que insistem em ficar
Fincar uma faca para o meu coração parar de bater
Estou indo embora correndo perigo
Impondo castigo num sentimento tão bonito
Encontro perdido, não há mais esperança
Estou fugindo sem olhar para trás
Descendo um abismo diante do olhar
Com meu egoísmo tentando matar
O que restou daquela linda criança

Poema de: Poeta Carlos Adriano Santos

Obs: Meus poemas e escritos são protegidos pela lei de direito autoral 9.610/98, ao compartilhar mantenha o seu formato original com os devidos créditos para o autor: Poeta Carlos Adriano Santos

Coração encantado - Poeta Carlos Adriano Santos


Retrato de um mundo - Poeta Carlos Adriano Santos


Retrato de um mundo - Poeta Carlos Adriano Santos

Retrato de um mundo

Se sou poesia, já nem sei
Já fui fantasia
A luz de algum dia
Dizia: Amém
Já fui liberdade
Prato de felicidade
Servia a mesa de alguém
Já fui combustão
Incendiei coração
Fiquei deitado no chão
Ao meu lado, ninguém
Já fui a alegria
Uma voz que dizia:
Está chegando o verão
Já fui um bom moço
Derrubado num poço
Me tornei solidão
Já viajei por olhares
Frequentei muitos bares
Ajoelhei em altares
Pedi perdão
Já fui vontade
Inimigo da maldade
Amigo da verdade
Derrotado sem compaixão
Já fui ui
Fui ai
Aquele que possui
O outro que subtrai
Já fui chegada
Fui partida
Fui a mão machucada
Ferida pela vida
Hoje talvez eu seja a soma de tudo
Um retrato de um mundo
Que conduziu os meus pés
Se ainda posso escrever
Então sou nota dez

Autor: Poeta Carlos Adriano Santos

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A chama do amor - Poeta Carlos Adriano Santos


Olhos verdes - Poeta Carlos Adriano Santos


Distribuindo flores - Poeta Carlos Adriano Santos


sábado, 30 de dezembro de 2017

Feliz 2018


Um feliz 2018 de muito amor, paz, saúde, alegrias,
e realizações para todos os amigos e amigas!
Muito obrigado pelo carinho de sua companhia neste ano que está se findando!
Que 2018 venha com muita poesia falando de coisas boas!
Um abraço carinhoso no coração de cada um dos amigos e amigas!
E que 2018 seja o ano da realização de sonhos!
Que Deus abençoe todos!

Carinhosamente: Poeta Carlos Adriano santos


Velho ano novo - Crônica de: Poeta Carlos Adriano Santos

Velho ano novo

Mais um ano se finda
Se renova a esperança
Se renova a vida
Se renova a desconfiança
Se renova a sopa de letrinhas
São as mesmas estrelas lá no céu
O mesmo sol
A mesma lua
O mesmo véu
A mesma caricatura de um peixe no anzol
Universo sendo cruel
E o mundo continua
Em cima da cama
Deitado na rua
Mergulhado na lama
Tentando lavar a sua pele suja
E a chuva cai tentando limpar os porques
E o sol nasce e vai para, no outro dia, renascer
E tudo continua muito bem
Está tudo muito bom e muito belo
A canção fora do tom continua sendo regida pelo mesmo maestro

Crônica de: Poeta Carlos Adriano Santos
Obs: Meus poemas e escritos são protegidos pela lei de direito autoral: 9.610/98, ao compartilhar mantenha os créditos do autor: Poeta Carlos Adriano Santos