sábado, 30 de dezembro de 2017

Feliz 2018


Um feliz 2018 de muito amor, paz, saúde, alegrias,
e realizações para todos os amigos e amigas!
Muito obrigado pelo carinho de sua companhia neste ano que está se findando!
Que 2018 venha com muita poesia falando de coisas boas!
Um abraço carinhoso no coração de cada um dos amigos e amigas!
E que 2018 seja o ano da realização de sonhos!
Que Deus abençoe todos!

Carinhosamente: Poeta Carlos Adriano santos


Velho ano novo - Crônica de: Poeta Carlos Adriano Santos

Velho ano novo

Mais um ano se finda
Se renova a esperança
Se renova a vida
Se renova a desconfiança
Se renova a sopa de letrinhas
São as mesmas estrelas lá no céu
O mesmo sol
A mesma lua
O mesmo véu
A mesma caricatura de um peixe no anzol
Universo sendo cruel
E o mundo continua
Em cima da cama
Deitado na rua
Mergulhado na lama
Tentando lavar a sua pele suja
E a chuva cai tentando limpar os porques
E o sol nasce e vai para, no outro dia, renascer
E tudo continua muito bem
Está tudo muito bom e muito belo
A canção fora do tom continua sendo regida pelo mesmo maestro

Crônica de: Poeta Carlos Adriano Santos
Obs: Meus poemas e escritos são protegidos pela lei de direito autoral: 9.610/98, ao compartilhar mantenha os créditos do autor: Poeta Carlos Adriano Santos


segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Velho ano novo - Poeta Carlos Adriano Santos - #poetacarlosadrianosantos

Velho ano novo

E mais um ano se passou
E é sempre a mesma musiquinha
O que nos resta na memória
Sempre a mesma ladainha
Um ano vai
Um outro ano vem
A gente corre atrás
Tentando alcançar o trem
Os sonhos
Os sorrisos
Os fardos enfadonhos
O que mais é preciso?
Os sinos que tocam
A noite de natal
Os presentes que se trocam
Tudo parece ser igual
O trenó
As renas
As histórias da vovó
O passado que acena
Uma criança
Um casal de mendigos
O que restou da esperança?
Estamos sendo confundidos?!

Poema de: Poeta Carlos Adriano Santos
18/12/2017


Se for compartilhar mantenha os créditos do autor.
Poema protegido pela lei de direito autoral 9.610/98


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Noel cruel - Crônica de Carlos Adriano Santos


Noel cruel

E lá vem ele com aquela carinha de velho safado
Todo bonitinho de vermelho sentar em seu trono dourado
Não se engane com o sorriso estampado em sua face
Ele não dá nada de graça, é tudo disfarce
Sentados nos bancos da praça estão os mendigos que não são presenteados
Crianças sofrendo ameaças de terem seus brinquedos roubados
Natal que vira fumaça e deixa o cartão para ser pago


Crônica de: Poeta Carlos Adriano Santos